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Artigo do Jornal: Jornal Agosto 2015

Sobre o autor

Marcus de Mario

Marcus de Mario

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 12, item 9, o Espírito Jules Olivier afirma: “A vingança é um dos últimos resíduos dos costumes bárbaros, que tendem a desaparecer dentre os homens. Ela é, como o duelo, um dos derradeiros vestígios daqueles costumes selvagens, em que se debatia a humanidade, no começo da era cristã. Por isso, a vingança é um índice seguro do atraso dos homens que a ela se entregam, e dos Espíritos que ainda podem inspirá-la”.

A partir dessa informação que a vingança é um índice seguro da nossa inferioridade moral e espiritual, que entendemos quanto esforço devemos fazer para amar o próximo e perdoar as ofensas, pois fazendo isso mostraremos diante da lei divina que progredimos, que nos moralizamos e, automaticamente, nos espiritualizamos.

E devemos amar e perdoar porque isso é muito melhor que a vingança, que nada resolve e ainda remete o outro a nos desejar o mal, desejo esse que pode seguir para além da morte, quando aquele que prejudicamos pode se tornar nosso obsessor, nosso inimigo espiritual, o que não é nada bom e só traz consequências negativas.

Lembremos também que o desejo de vingança é um vício moral, uma emoção desequilibrada que prejudica, antes de mais nada, a nós mesmos, provocando desequilíbrio psíquico e orgânico. Já o perdão das ofensas é um ato de inteligência, pois teremos paz de consciência, harmonia interior e equilíbrio na saúde orgânica, ou seja, tudo de bom.

É possível não desejar a vingança e conseguir perdoar. É uma questão de força de vontade e de se trabalhar para compreender o sentimento maior do amor, pois todos somos irmãos, filhos de Deus, e aqui estamos não para entrar em guerra com os outros, mas para manter relações de convivência construtivas, em paz.

Diz um ditado popular que a vingança é um prato que se come frio, o que não é muito saboroso, então modifiquemos nosso paladar para saborearmos o prato do perdão, da compreensão, que é muito mais saboroso e quente, fazendo bem à alma. Por tudo isso só podemos concluir que o perdão é muito melhor que a vingança.

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