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Artigo do Jornal: Jornal Agosto 2013

Sobre o autor

Marcus de Mario

Marcus de Mario

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     Querer ser feliz é saudável, e a busca da felicidade deve ser uma constante em nossa vida, entretanto, como a estamos procurando? Essa pergunta é muito importante, pois devemos ter em mente que nem sempre os bens materiais trazem felicidade. Dizemos isso porque muitas pessoas procuram a felicidade através do ganhar mais dinheiro e, assim, ter poder de aquisição para realizar os sonhos de consumo. Mas será que essa é a verdadeira felicidade?

     Em O Livro dos Espíritos, na questão 922, temos a informação que “a felicidade é, para a vida material, a posse do necessário; para a vida moral, a consciência pura e a fé no futuro”. Com isso entendemos que todo supérfluo é causa de infelicidade, tanto aqui e agora, como na vida futura, ou seja, cuidado com o que fazemos com o dinheiro: consumismo sem limites, problemas à vista. E o que dizer da felicidade do ponto de vista moral? Para ter consciência pura é necessário ter uma existência honesta, produtiva, ligada ao bem. Isso, com certeza, gera felicidade, assim como a fé verdadeira no futuro, reconhecendo a misericórdia e o amparo de Deus.

     A verdadeira felicidade, que na Terra será sempre relativa, não está em ter mais dinheiro, em comprar, em ter, em ostentar status social. A verdadeira felicidade está na conduta honesta, na consciência tranquila, na paz de espírito, na confiança em Deus, no viver honestamente, no estar em prontidão para auxiliar quem precisa, enfim, a verdadeira felicidade está em termos uma vida alicerçada na prática do bem e no amor ao próximo.

     É claro que é justo trabalhar para melhorar de vida, desde que a ninguém prejudiquemos, e sempre procurando dispor do que amealhamos para o bem coletivo, e não apenas para o bem nosso e dos que formam nosso núcleo familiar. Precisamos pensar coletivamente, colocando em prática a solidariedade e a fraternidade.

     Não é por outra razão que Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, chama a atenção para a prova da riqueza, pois ela costuma aguçar o egoísmo e o orgulho que ainda nos caracterizam, sendo pedra de tropeça para muitos. Vivamos bem, colocando o dinheiro no seu devido lugar, ou seja, instrumento para gerar felicidade através de sua justa aplicação social.

     Marcus De Mario é Educador; Escritor; Palestrante e Consultor Educacional e Empresarial.

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