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Artigo do Jornal: Jornal Março 2016
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Levar o cachorro para passear sem mordaça e sem uma pequena pá e um saco plástico para recolher os dejetos do animal

            Felizmente, nos últimos dias, principalmente no meu bairro (O Flamengo), tenho visto pessoas descerem dos prédios com seus cãezinhos amordaçados e portando o material para a limpeza. Ignorar esta regra é uma conduta antissocial e mais uma vez estamos ante ao egoísmo.

             A pessoa que não tem esses cuidados não se importa se o seu cachorro pode morder alguém e se os dejetos dele podem sujar os pés das pessoas. Quando alguém não se importa com o que pode acontecer a outro, fere a regra de ouro dos Evangelhos: não fazer aos outros o que você não gostaria de que os outros lhe fizessem.

 Não é proibido, legalmente, que se tenha animais de estimação, contudo é necessário que esses animais não incomodem as outras pessoas. Além disso, é necessário tratar bem os animais porque eles não são bestas irracionais como se acreditava no passado. A noção de animal irracional já foi revista e hoje se acredita que os animais são inteligentes e a diferença entre eles e nós é apenas de grau.

Para nós, os espíritas, os animais possuem o princípio espiritual em evolução. Com isso fica claro que os animais não existem para o homem, mas com o homem. São nossos irmãos menores uma vez que, como nós, são filhos de Deus. Quem reconheceu isto muito bem foi Francisco de Assis, que estendia a sua ideia de fraternidade aos animais e mesmo aos fenômenos naturais como o sol, a lua e a chuva.

Esta ideia esposada pelo Espiritismo faz com que as nossas relações com os animais mudem bastante. Por meio dela, a existência dos animais ganha um novo sentido no quadro da nossa evolução planetária e as pessoas que se dizem possuidoras de animais devem tratá-los como companheiros na estrada da evolução.

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