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Essa época do ano se apresenta para uma boa parte da humanidade como um período de muitas ocupações, com um acréscimo de compromissos que as contingências sociais impõem, sobrecarregando as criaturas de atividades, a que elas se deixam arrastar, sem conseguir resistir-lhes e nem ao menos buscar um pouco de serenidade para avaliar de sua real necessidade.

E, desse modo, muitas vezes, o que considerávamos prioridade vai ficando de lado, enquanto as exigências convencionais, algumas vezes até frívolas, vão ganhando destaque, preenchendo nossa mente e nosso tempo...

Porém, asseguram-nos os Espíritos esclarecidos, somos "seres inteligentes da criação" (OLE q.76); conseqüentemente, nós, espíritas, cientes dessa responsabilidade, precisamos analisar com muito cuidado a nossa postura diante das necessidades do convívio social, inserido dentro da lei de sociedade, lei natural, divina, extremamente útil para nossa evolução ético-fraterna a fim de apreendermos e sedimentarmos em nós o amor ao próximo preconizado pelo Cristo.

Leia artigo completo no jornal Correio Espírita edição nº 31 - janeiro/08

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