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Neste mundo apresentado aos jovens como o "mundo dos valores materiais", parece difícil a primeira vista a gravidez na adolescência, é uma situação fora do controle, apesar dos apelos dos pais e dos educadores.
Muita conversa franca e, sobretudo com uma educação voltada aos jovens esse quadro torna-se reversível. Precisamos entender que a educação proposta pela doutrina Espírita é a educação que reúne os valores éticos da família, da sociedade e da religião. Não, porém de uma religião convencional, e sim que possua fundamentos científicos e filosóficos existenciais estribados na moral vivida e ensinada por Jesus.
A adolescência fase de transição da infância para a vida adulta é uma época de conflitos, de auto-afirmação, de profundas mudanças no corpo, de estudar para ter uma profissão e de sonhos com o futuro com todos esses acontecimentos, muitos jovens ainda movimentam mais esta etapa da vida e engravidam.

É importante esclarecer que o carinho familiar não estimula outra gravidez, pelo contrário, é a menina não acolhida que engravida novamente.
Sendo o espiritismo a doutrina do amor e não da dor e do terror, das incertezas do amanhã e que a tudo esclarece e consola, não poderia deixar de incentivar as pessoas que já estiveram envolvidas com o aborto, que Deus é amor e que as oportunidades de reparação do erro começam agora, com a prática do bem. Semeie amor aqueles que estão ao seu redor, divida melhor seu tempo cultive a ajuda aos necessitados e as instituições de caridade. Assim estará amenizando seu delito do aborto diante dos olhos de Deus.

Publicado no Jornal Correio Espírita
edição 54 / Dezembro 2010

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