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Moradores da província de Shandong, na China, ficaram espantados com a atitude de um cão. Desde que seu dono, Lao Pan, morreu, no início de novembro, o animal guarda seu túmulo. Por sete dias, ele pode ser visto ao lado da sepultura, sem comer e sem sair do lugar. Os moradores, penalizados, resolveram levá-lo para a aldeia vizinha, deram comida, mas o animal acabou voltando para o cemitério. Vendo a atitude do cãozinho, fiel ao seu dono mesmo depois da morte, os vizinhos resolveram alimentá-lo ali mesmo, com água e comida e até fizeram uma casa para ele no lugar, onde, o que tudo indica, será sua moradia permanente.

Essa notícia pode ser lida no site globo.com, na seção Planeta Bizzaro. Mas, impossível mesmo é pensar no que será que acontece em casos como este? Será que o cão sabe o que se passou ou sua fidelidade extrema o levou a ter essa atitude, de velar o corpo de seu dono até depois de enterrado? Um mistério que talvez não tenha resposta imediata.

Mas, Kardec, em “O Livro dos Espíritos”, dedicou uma parte, do Capítulo 11, ao estudo das relações entre o homem e os outros animais e explica um pouco sobre este comportamento:

Além do instinto, não há como negar a alguns animais atos combinados que expressam uma vontade de agir num sentido determinado e de acordo com as circunstâncias. Há neles uma espécie de inteligência, cujo exercício é mais exclusivamente concentrado sobre os meios de satisfazerem suas necessidades físicas e proverem à sua conservação. (...)

Longe de atribuir aos outros animais algo além da sua limitada inteligência, há nessas criaturas uma razão de ser, que é semelhante a nossa e nos classifica como irmãos: todos somos criaturas fadadas à evolução.

Fontes: Globo.com e O Livro dos Espíritos.

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