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Pelo centenário do naufrágio do TITANIC

Há exatamente cem anos, o mundo assistia nos primeiros albores do século XX, ao maior naufrágio que ficaria na história das grandes catástrofes humanas.

Na noite de 14 de abril de 1912, afundava nas águas geladas do atlântico-norte, o navio TITANIC, um gigante de 273 metros de comprimento e com cerca de 2.227 pessoas a bordo, depois de bater de lado num gigantesco iceberg de 30 metros de altura fora d`água e que fez um enorme rombo em seu casco, como se este fosse uma simples lata de sardinha. Dirigia-se o majestoso navio do porto de Southampton, na Inglaterra para o porto de New York, nos Estados Unidos. Era aquela a sua viagem inaugural.

Entre o luxo e o conforto do imponente navio e a descontração festiva de todos os seus passageiros, a maioria belas senhoras e ricos empresários, ninguém (é claro!) poderia imaginar que aquela seria a sua última viagem. O destino, implacável e caprichoso, iria selar para sempre a faustosa vida dos que morreram e findar para sempre o belo e caro passeio.

No início daquele século que iria ser o das grandes transformações políticas, ideológicas, científicas e tecnológicas, o TITANIC, nome pelo qual fora batizado quando o seu belo casco tocou as águas dos estaleiros Harland & Wollf, na Irlanda, era o maior, o mais luxuoso, o mais rápido e, acima de tudo, na opinião de seus orgulhosos construtores, um navio à prova de naufrágio, praticamente seguro e inafundável. Um navio que nem Deus poderia afundá-lo, conforme se soube, dissera um marinheiro respondendo à pergunta de uma senhora passageira que embarcara no porto de Southampton, sobre a segurança do navio. Essa senhora sobreviveu e certamente, após refazer-se da tragédia, referiu-se a esse episódio passado consigo. Mais de 1.500 pessoas perderam a vida, inclusive o Capitão. A orquestra que, na hora fatídica (aproximadamente 23.00 horas) tocava ruidosamente, também mergulhou com o navio.    Oitenta anos depois, a revista americana “Popular Science”, edição de fevereiro de 1995, publicou uma reportagem sob o título “O que realmente afundou o TITANIC”.Mas falou apenas do lado fatalista da tragédia e explicou as possíveis causas materiais do naufrágio. Eu concordo em parte. Porém hoje, passado um século do inditoso acontecimento e pensando friamente no fato, pensa-se  numa outra causa que ninguém conhece: a causa espiritual. Sim, o outro lado da questão, a resposta de Deus aos homens que construíram e lançaram ao mar aquela maravilha flutuante. Esse lado é o mais importante e o ficou para toda a eternidade. Foi a dura prova de que não se deve brincar com Deus. Devido às palavras ditas talvez inocentemente, tanto pelos construtores do infausto navio, quanto à não menos inocente talvez, resposta do marinheiro àquela passageira, o que se conclui?

Conclui-se que Deus na Sua Infinita sabedoria, provou através de tão trágico desastre e porque Seus desígnios são estranhos e incompreensíveis, o quanto é poderoso e que nada é impossível para ELE.

Hoje, há navios maiores que o TITANIC, mais luxuosos, mais possantes, mais seguros e mais rápidos, porém não à prova de naufrágio, como pensaram e disseram aqueles infelizes senhores, quando cometeram o grave pecado de desafiar DEUS no Seu  Sacrário.

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