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Artigo do Jornal: Jornal Março 2015
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Um menino de três anos de idade, da região das Colinas de Golã, perto da fronteira entre a Síria e Israel, afirma que foi assassinado com um machado em sua vida passada. Ele mostrou para os adultos de sua aldeia o local onde o assassino enterrou seu corpo, e incrivelmente, eles encontraram o esqueleto de um homem lá. Ele também indicou onde a arma do crime estava, e através de escavações, eles encontraram um machado no local.

A história do menino foi testemunhada pelo Dr. Eli Lasch, que é conhecido por desenvolver um sistema médico de Gaza como parte de uma operação do governo israelense na década de 1960. O Dr. Lasch, que morreu em 2009, relatou a surpreendente história para o Sr. Hardo. Em seu livro, Crianças que Viveram Antes: A Reencarnação Hoje, o terapeuta alemão Trutz Hardo conta a história deste menino, junto com outras histórias de crianças que recordaram suas vidas passadas com precisão verificada.

Quando o menino tinha idade suficiente para falar, ele relatou à sua família que havia sido assassinado com um golpe de machado na cabeça. O menino sabia em qual aldeia ele havia morado. Ao chegarem à aldeia, o garoto lembrou qual era seu nome em sua vida passada. Os moradores do vilarejo disseram que o homem que o menino afirmava ser a sua reencarnação tinha sido dado como desaparecido quatro anos antes. O menino também lembrou o nome completo do seu assassino. Quando confrontado com as alegações, o rosto do suposto assassino ficou branco, segundo Lasch, ele não confessou o assassinato.

O menino então disse que poderia levar os adultos ao local onde o corpo foi enterrado. No local, eles encontraram o esqueleto de um homem que possuía um ferimento na cabeça, que correspondia à marca de nascença do garoto. Eles também encontraram o machado, a arma do crime. Diante desta evidência, o assassino admitiu o crime.

OBJETIVO DA REENCARNAÇÃO

A reencarnação, segundo a Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec, é a volta do espírito a um novo corpo de carne que nada tem a ver com o anterior. Isso é, a alma, que não se depurou em uma vida corpórea, recebe a prova de uma nova existência, durante a qual dá mais um passo na senda do progresso. É por essa razão que passamos por muitas existências. Diante esses ensinos o Codificador sintetizou-os na seguinte máxima: “nascer, morrer, renascer ainda, progredir sempre, esta é a lei”.

Se somos seres imortais tendentes à perfeição, certamente os poucos anos de uma vida física são insuficientes para a aquisição das experiências necessárias ao nosso aperfeiçoamento. Senão ficaria sem sentido a afirmativa de Jesus: “Sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai Celestial”.

Não é somente na Terra que reencarnamos; podemos viver em muitos outros mundos diferentes do nosso planeta. As reencarnações que passamos aqui não são as primeiras nem as últimas; são, porém, as mais materiais e bem distantes da perfeição. A alma pode viver muitas vezes no mesmo globo e só pode passar a reencarnar em mundos superiores quando haja alcançado condição suficiente para tal.

PROVAS CIENTÍFICAS

Todavia, a reencarnação, antes de ser mera questão doutrinária, assenta seu fundamento na palavra de Jesus e na própria Bíblia, sem falar na comprovação do fenômeno reencarnatório pela pesquisa científica, hoje de amplo domínio público.

O parapsicólogo indiano Hamendra Banerjee pesquisou mais de 1.200 casos de pessoas que tinham nítidas lembranças do que foram em vidas anteriores, ou seja, desde o local onde tinham vivido no passado até nomes de parentes, passando pelos próprios nomes, apelidos e fatos acontecidos com elas.

Esses dados foram devidamente checados por Banerjee comprovando a reencarnação, embora tenha ele admitido que é possível alguém se recordar de outras vidas através de uma memória extracerebral. No entanto, para nós Espíritas, essa memória, que sobrevive à morte do corpo físico e volta a existir em outra roupagem carnal, chama-se espírito reencarnado. Um fato observado pelo professor Banerjee, na época diretor de pesquisas do Instituto Indiano de Parapsicologia, trata da reencarnação em sexos opostos. Gnana, uma menina com três anos de idade, afirmava ter sido o menino Tiillekeratne, que morrera aos 11 anos. Quando levada a casa em que morara na outra vida, a menina ficou muito contente ao reconhecer a irmã e manifestou aversão ao irmão com quem brigara pouco antes de morrer.

Outro caso pesquisado foi o de Nejati, que dizia ser Nagib Budak. O morto e o reencarnado moravam à distância de 75 quilômetros. Najib fora assassinado com uma punhalada. O menino Nejati nasceu com a marca do ferimento da punhalada recebida na outra encarnação. Ele também reconheceu casas e parentes da vida anterior.

Além desses, outro fato muito interessante pesquisado por Barnejee foi o das gêmeas Pollock. Aconteceu na Inglaterra, numa família católica. Na vida anterior, as meninas Gillian e Jennifer chamavam-se Joana e Jacqueline. Elas voltaram a nascer na mesma família. Os pais diziam que até os gostos correspondiam. Jennifer, entre outras provas, tem marca de nascença de ferimentos que tivera na encarnação anterior.

CIRURGIÃO AOS SETE ANOS DE IDADE

Em sua milenar sabedoria, Sócrates afirmava que “aprender é recordar”. Léon Denis, abonando a tese espírita de que a inteligência é atributo do espírito e não da matéria, lembra gênios que foram pais de néscios, como Marco Aurélio, que gerou Cômodo. Todos nós conhecemos filhos de excepcional inteligência, tendo por pais pessoas absolutamente comuns, ou vice-versa.

E para falar nisso, mais um gênio, ou melhor, mais uma criança superdotada surge no cenário científico para transformar o mundo, como previu Allan Kardec, falando a respeito da Nova Geração que surgiria neste período, em que a Terra passa de mundo de Expiação e Provas para Mundo de Regeneração, como publicado no livro A Gênese. O superdotado é Akrit Jaswal, que começou a falar aos 10 meses e, aos 2 anos de idade, começou a escrever e a ler apenas olhando as páginas dos livros.

Aos cinco, começou a ler livros de poesia e peças de Shakespeare. Depois disso, desenvolveu uma paixão precoce por livros de medicina, anatomia e cirurgia. Akrit solicitou e obteve uma autorização especial para acompanhar e assistir cirurgias feitas no Hospital de Himachal, em Pradesh, na Índia.

Akrit, aos seis anos, fazia discursos complexos sobre medicina, biologia e cirurgia, e debatia com médicos qualquer tipo de tema ligado à ciência médica. Aos sete, tornou-se o cirurgião mais jovem do mundo, quando a família de uma menina da sua aldeia solicitou a sua ajuda para realizar uma cirurgia. A menina de oito anos havia sofrido um acidente e queimado os dedos, que acabaram colando uns aos outros. Akrit apiedou-se da menina realizando uma cirurgia bem-sucedida. Veja a filmagem da cirurgia no vídeo que está disponível na Internet em: http://www.youtube.com/results?search_query=Akrit+Jaswal

Diante disso, aos 11 anos, em 2004, foi convidado pelo governo da Índia para estudar na Universidade de Punjab. Hoje ele é estudante universitário em Zoologia e Botânica na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O seu sonho é encontrar a cura definitiva para o tratamento do câncer, e tratar gratuitamente os milhares de doentes da Índia, segundo sua declaração no programa da apresentadora Oprah, um dos mais famosos da TV dos EUA.

Agora, como explicar a criança superdotada sem a reencarnação? O fato de Akrit aos sete anos realizar uma cirurgia bem-sucedida? É claro que seu espírito já tinha feito progresso na medicina em outras reencarnações. E é, portanto, natural que desde criança revele esse conhecimento anteriormente adquirido. O fato é teimoso, e contra fatos, não há argumentos!

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