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Artigo do Jornal: Jornal Dezembro 2016

Sobre o autor

Jacob Melo

Jacob Melo

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Internado num leito hospitalar, o homem estava completamente inchado. Seus rins já não funcionavam; os pulmões, tendo sido maltratados a vida inteira pelo cigarro, agora não já não apresentavam a flexibilidade indispensável para desempenhar seu papel vital; o coração mais apanhava do que batia... enfim, a morte se apresentava avassaladora.

Visitando-o, após ter recebido do cardiologista e do pneumologista informações de que ele teria, no máximo, só um ou dois dias de vida, um magnetizador abraçou-lhe um dos braços e, naqueles minutos em que aquilo se estendeu, sentiu dele fluir uma energia, a qual parecia inestancável. Após uns 10 a 12 minutos naquela situação, ele se afastou e, despedindo-se dos presentes, saiu do quarto do hospital a fim de atender a outro compromisso.

Pouco mais de duas horas após, aquele magnetizador retorna ao hospital, onde encontra, não sem espanto, aquele senhor com os rins em pleno funcionamento, os pulmões novamente inflando e desinflando e o coração batendo em ritmo ainda acelerado, mas já sob alvissareiro controle.

E aquele homem, que viveria apenas mais um ou dois dias, recebeu alta do hospital no terceiro dia e, após toda essa ocorrência, ainda viveu por quase três produtivos anos. Pode parecer ficção, mas esse foi um fato real.

Qual a explicação para tal fenômeno: mediunidade? Intervenção espiritual? Fenômeno sobrenatural?

Tomemos Allan Kardec para compor uma resposta.

O Livro dos Espíritos, questão 424: Por meio de cuidados dispensados a tempo, podem reatar-se laços prestes a se desfazerem e restituir-se à vida um ser que definitivamente morreria se não fosse socorrido?

Resposta: “Sem dúvida e todos os dias tendes a prova disso. O magnetismo, em tais casos, constitui, muitas vezes, poderoso meio de ação, porque restitui ao corpo o fluido vital que lhe falta para manter o funcionamento dos órgãos”. (grifei)

Aí está a explicação: o Magnetismo. Ele atuou naquele enfermo de uma forma tão eficiente que não apenas lhe restituiu a vida que se desfazia, como ainda lhe proporcionou tempo suficiente para se preparar para uma conclusão de vida em estilo grandioso.

Mas, contesta-se; não teria havido uma ação espiritual?

Claro que sim; só que de forma conjunta, mas fica bastante evidente ser indispensável a presença de um magnetizador, o que viabilizou os fluidos (energia) indispensáveis para o funcionamento dos órgãos.

Há quem teime que o Magnetismo esteja ou deva estar fora do Espiritismo. Já escrevi vários artigos e livros que comprovam o contrário, todavia não é negando-se a existência da luz que ela deixe de existir.

Para aquele paciente, acreditasse ele ou não na força magnética, o importante mesmo foi o fato dele ter sido atendido de forma eficiente e feliz, ainda mesmo que nem tenha havido uma prática ostensiva de técnicas magnéticas.

Casos assim ensejam ser sempre tempo de se repensar e de se agir de forma consentânea com o bem, ainda mesmo quando alguém diga não acreditar nas forças que o Magnetismo oferece.

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