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Artigo do Jornal: Jornal Setembro 2017
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Importante o conhecimento de que existem moléculas que podem ser tóxicas quando se encontram em excesso em nosso organismo físico, prejudicando a saúde. São conhecidas como radicais livres, precisamente produzidos pelas nossas células durante o processo de queima do oxigênio, quando dos nutrientes dos alimentos ingeridos são produzidos a energia indispensável à vida.

Existem, igualmente, outras fontes de radicais livres, fora do ambiente corporal, sem origem nos processos metabólicos, como o consumo de cigarro e álcool, a poluição ambiental, os raios X, a radiação ultravioleta, a má alimentação, o estresse, os aditivos químicos, os hormônios e os pesticidas, infelizmente presentes ou colocados em alimentos e bebidas.

Em condições normais, os radicais livres, produzidos no citoplasma, nas mitocôndrias ou na membrana, participam dos mecanismos de defesa, atuando principalmente no sistema imunológico. Fora dos níveis considerados normais, atacam moléculas e células sadias, as quais perdem os elétrons que as mantinham estáveis, podendo, em casos extremos, levar à morte celular. 

Felizmente, o corpo somático é preparado para combater os radicais livres através dos sistemas de defesa antioxidante. Se houver deficiência nesse sistema devido à baixa quantidade de agentes antioxidantes ou aumento na produção de radicais livres pelo organismo, a resultante é um desequilíbrio denominado de estresse oxidativo.

Importante esse conhecimento, desde que o estresse oxidativo está associada ao envelhecimento precoce e ao desenvolvimento de doenças inflamatórias crônicas, incluindo o diabetes, a aterosclerose e as artrites, assim como as doenças degenerativas: Parkinson, Alzheimer e as doenças malignas.

Digno de registro, pela sua importância, o risco do envelhecimento ocular devido aos baixos níveis de antioxidantes, podendo afetar a mácula, parte da retina responsável pela nitidez da visão central e o cristalino.

Recomenda-se para o fortalecimento do sistema de defesa, evitando o estresse oxidativo, diminuindo o risco de diversas doenças como câncer ou doenças cardiovasculares, a atividade física moderada e regular, como também o consumo de alimentos ricos em antioxidantes. Os principais são: Vitamina C (frutas cítricas e vegetais verde-escuros), Vitamina E (gérmen de trigo, arroz, nozes, vegetais folhosos e legumes), Vitamina A (cenoura, abóbora, brócolis, melão), Zinco (carnes, peixes, aves e leite), Selênio (fígado, ave etc.), Licopeno (tomate etc.), Açafrão da Índia, Alho, Ômega-3 (linhaça, cereais, peixes de água fria), Azeite, Cebola e Aminoácidos (cisteína e glutationa), Antocianinas (jabuticaba, amora, açaí, alface roxa, ameixa vermelha, cereja, framboesa, morango), Catequinas (chá verde, morango, uva) e Ácido elágico (frutas vermelhas, nozes, romã).

Essencial evitar o estresse, o sedentarismo, a obesidade e o consumo de alimentos industrializados. 

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