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Artigo do Jornal: Jornal Junho 2018
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Podemos definir a obesidade como uma doença crônica muito grave, na qual o indivíduo apresenta acentuado peso corporal devido ao desequilíbrio entre a quantidade de calorias ingeridas e a que é utilizada pelo organismo. Muitas doenças são agravadas pela sua presença, como as doenças cardiovasculares, principalmente a arteriosclerose coronariana e o infarto do miocárdio, o diabetes tipo II, a depressão, o câncer, a apneia do sono e a osteoartrite.

A adipose apresenta altas taxas de mortalidade, representando, atualmente, um dos maiores problemas de saúde pública, no mundo, principalmente nos Estados Unidos. A OMS (Organização Mundial de Saúde), em 1998, considerou-a como a epidemia do século.

Pesquisas científicas relatam que o mal é provocado por diversos fatores, sendo 3% os de origem genética e metabólica, o restante de grande predominância (97%), englobando as causas ambientais e comportamentais, como o sedentarismo, má alimentação (ingestão rica em carboidratos refinados, consumo exagerado de gorduras saturadas,  de gorduras trans (margarinas, banha vegetal, frituras, sorvetes, batata congelada, chips, biscoitos, pipocas), bebidas alcoólicas, refrigerantes, sedentarismo, distúrbios emocionais e culturais. Importante a prática de exercícios físicos e a adoção de uma alimentação saudável, com a ingestão de carboidratos de absorção lenta e ricos em fibras ao lado de gorduras boas como a de coco e de palma.

É imprescindível para o obeso o acompanhamento médico, psicológico, nutricional e, nos casos de compulsão alimentar, o tratamento espiritual concomitante, já em acentuada e cada vez mais crescente aprovação científica a partir dos trabalhos psicoterápicos com abordagem transpessoal, quando são percebidas a presença de seres espirituais não esclarecidos. 

A Dra. Edith Fiore, PHD em Psicologia (EUA), em sua obra “Possessão Espiritual”, relata que percebeu, nos seus pacientes submetidos à hipnose e que entravam em transe profundo, comportamentos que não tinham similitude na maneira tradicional de agir, parecendo serem de uma outra personalidade. A terapeuta denominou esses espíritos intrusos de “presos a Terra”. Por sinal, essas entidades foram apontadas como empecilhos ao tratamento, desde que impediam os pacientes de abandonar, por exemplo, o fumo ou a bebida ou de fazer regime alimentar. A famosa terapeuta explica que começou a ouvir, a interpretar tais observações como indícios possíveis de possessão e enfatiza: "Desde que me dei conta desse fenômeno, descobri que pelo menos setenta por cento dos meus pacientes eram possessos e que essa situação lhes causava a moléstia". A Dra. Fiore, em sua clínica de regressão terapêutica, verificou pacientes possessos com transtornos alimentares, como o estímulo à compulsão pela comida (obesidade, bulimia) ou à perda de apetite (anorexia nervosa).

É preciso considerar que a Doutrina Espírita ratifica o que foi observado pela famosa psicóloga americana e vai mais além, explicando que a viciação acontece ou é estimulada pela ação de seres obsessores desencarnados ainda presos à matéria e dependentes de uma determinada compulsão, desde que, na dimensão física, não há possibilidade de satisfação de suas necessidades viciosas, necessitando, portanto, assediar os encarnados sintonizados com eles. Na crosta terrestre há milhões de indivíduos escravizados e subjugados a essas entidades não esclarecidas, servindo-se de instrumentos passivos à ação desses seres vampirescos.

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