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Artigo do Jornal: Jornal Março 2016

Sobre o autor

Fátima Moura

Fátima Moura

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            No momento atual, o uso das mais variadas tecnologias mudou o nosso dia a dia. Pagar contas, fazer comprar, observar novas culturas e conhecer pessoas dos lugares mais longínquos se tornaram possíveis mediante um simples toque. Mas, se por um lado podemos usufruir de todas essas facilidades julgando assim tornar nossa vida mais interessante e dinâmica, se essas tecnologias forem aplicadas de forma errada, poderão ter consequências desastrosas.

            A internet, um dos meios mais utilizado em nossa comunicação, tem o poder de nos conectar com o mundo. E a vida segue medida assim: o número de amigos online que possuímos, a nossa popularidade, quantas “curtidas” conseguimos obter em cada postagem, a rapidez da divulgação das notícias, mas se tudo isso tem esse lado bom, maravilhoso, moderno, por outro lado perdemos a nossa privacidade. Durante todo o tempo corremos o risco de ter essas informações visualizadas por olhares indiscretos ou maldosos que podem nos gerar graves problemas.

            Com alguns toques através do Google, qualquer pessoa pode encontrar a localização de alguém e também ter acesso a informações pessoais. Endereços e dados de perfil não são mais sigilosos. Eu mesma já encontrei pelo Facebook pessoas que frequentaram o mesmo Colégio que eu no período da adolescência, e que hoje moram até fora do Brasil, com acesso a e-mails, telefone e endereço. Seria muito bom se tudo isso servisse só para fins nobres, mas o que ocorre também é que, pessoas imbuídas de instintos maus, conseguem ainda mais. Através do uso de alguns programas e de hackers pedem ajuda para encontrar todas as informações que desejam obter, nem sempre com fins meritórios.

            Precisamos ser cuidadosos. Nas redes sociais, principalmente no Facebook, as pessoas expõem abertamente cada movimento que fazem, falando de sua rotina diária, onde vão, com quem estão, onde moram, colocando a mostra, toda a sua história de vida, o que se torna um grave perigo para pessoas mal-intencionadas.

            Muitas pessoas usam a internet para enganar. Ao criar perfis falsos, são capazes de fingir ser quem quiserem. E isso acontece em perfis de amizade, em sites de namoro, em páginas que recrutam seguidores, em páginas organizadas por líderes religiosos.

            O Jovem atual quer e busca estar conectado, mesmo que muitas vezes abuse dessa interação. O uso indevido do celular na vida social e até dentro de nossas salas de aula, assim como o excesso de jogos online tem sido assunto frequente em nossas conversas e em nossa prática.

            Jovem amigo: tenhamos bom senso. Estejamos atentos para observar todas essas informações que nos chegam de variados canais.

            Joanna de Ângelis, através de Divaldo Pereira Franco, na mensagem: “Pregando Sempre”, faz importante lembrete sobre essa reflexão.

 

            “Observando as pessoas, tens a impressão de que, nestes dias da Informática, todas se encontram esclarecidas e orientadas a respeito da vida. (...)

            Ocorre que as informações que mais se transmitem, raramente são corretas. Elaboradas para atender a determinadas faixas, carregam condicionamentos psicológicos que devem atingir finalidades específicas. Servindo a interesses mui especiais não visam esclarecer nem libertar consciências. (...)”

            Pensemos nisso!

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