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Artigo do Jornal: Jornal Novembro 2017
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                     Analisando em maior abordagem os alimentos antioxidantes (primeira parte)

Na edição anterior, trouxemos a lume um tema fascinante, muito importante, essencialmente prejudicial à saúde, devendo ser entendido e combatido amplamente por todos os que se interessam em vivenciar um ótimo estilo de vida. Realmente, os radicais livres, fora dos limites normais, são responsáveis, em virtude de morte excessiva das células do corpo, por um desequilíbrio denominado de estresse oxidativo, fator causal de muitas condições fisiopatológicas, como a doença de Parkinson, o mal de Alzheimer, as mutações genéticas, o câncer, a síndrome de fadiga crônica, os distúrbios cardíacos e vasculares, aterosclerose, insuficiência cardíaca, ataque cardíaco e doenças inflamatórias, assim como o envelhecimento precoce.

O que fazer, então, para evitar o excesso de radicais livres em nosso organismo? Importante a prática regular e não excessiva de exercícios físicos (os atletas e praticantes de atividade física de alta intensidade necessitam de acompanhamento para maior ingestão de alguns nutrientes específicos); evitar o tabagismo, o alcoolismo, a poluição ambiental (principalmente a contaminação que produzem os combustíveis emitidos por automóveis); fazer consumo moderado de açúcar e a ingestão de refeições menores e mais frequentes, ressaltando que não podem faltar, na alimentação, os agentes antioxidantes, principalmente as vitaminas A, C e E, o licopeno, a curcumina, as antocianinas e as catequinas.

Quanto à vitamina C, digno de registro enfatizar que sua fonte principal são as frutas, como kiwi, laranja, caju, limão, acerola, tangerina, abacaxi, morango, melancia, goiaba, uva, manga, mamão, amora e cupuaçu. Também o tomate, a abóbora moranga, a couve-flor, a couve, os brócolis, bem como o pimentão verde, o pimentão vermelho, o espinafre e o repolho.

Importante consumir as frutas naturalmente, nunca em forma de sucos. Estudos americanos e ingleses mostram que o consumo de sucos de frutas colabora com o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Outros estudos revelam que a ingestão de suco e bebidas açucaradas está envolvido com obesidade e baixa estatura em crianças e obesidade em adultos, além de doenças cardiovasculares.

A grande vilã do suco de frutas é a frutose, absorvida rapidamente, quando a fruta é espremida, destruindo as fibras que são úteis, retardando a assimilação do açúcar, porquanto propicia uma absorção mais paulatina da frutose. As fibras também aumentam a velocidade do trânsito do bolo alimentar e promovem a sensação de saciedade, o que diminui acentuadamente a ingestão de maior quantidade de comida. Portanto, deve-se evitar o consumo de sucos de frutas, como igualmente as bebidas doces, principalmente os refrigerantes.

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