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E o que devemos fazer. Em primeiro lugar acelerar a nossa reforma íntima para que sejamos dignos da nova humanidade que surgirá e, em segundo lugar, nos informar sobre o que podemos fazer para minorar ou administrar as crises que acontecerão em nosso redor.

Os velhos mitos escatalógico como o de Utanashpitin, o Noé babilônico, a Arca de Noé, o mito grego de Deucalião e os mitos constantes do Apocalipse atribuído a João o Apóstolo amado, têm deixado claro que o fim da humanidade é decidido pela vontade dos deuses ou de Deus na modernidade. Em geral, o modelo desses mitos é o seguinte: os deuses, desgostosos com o comportamento pecaminoso dos homens, decide destruir a humanidade, na maioria dos casos por meio de um dilúvio. Como destruir a humanidade signifique destruir o próprio Deus, este toma o cuidado de fazer escapar um homem tido como justo que deverá dar continuidade ao culto que,em verdade, é uma forma de explicitar que Deus existe.

Com o advento da Pós-Modernidade, a partir do que se convencionou chamar de Idade do Átmo, os poderes da ciência humana cresceram muito a ponto de o homem perder o controle sobre ela. Com isso aumentou e não pouco a arrogância dos chamados cientistas que passam a negar a existência de Deus e mesmo buscando a ocupar o lugar da divindade. Uma das provas desta atitude de desafio foi à destruição de duas cidades japonesas Nagazaky e Hioshima através de uma explosão atômica.

Um outro fator terrível foi a industrialização sem freios que deu início ao processo de poluição da atmosfera, dos rios, dos mares e o fim de diversas espécies de vegetais e animais que, a continuar nesse ritmo, só serão vistas em futuro, não muito distante, em fotografias e filmes. O consumo desmedida e insensato, a ponto de criar uma sociedade consumista, estimulou a indústria a produzir cada vez mais, obediente ao grande deus do Capitalismo, o lucro. A conseqüência direta deste processo perverso foi o aquecimento global que já tem mostrado o seu poder devastador: com secas prolongadas onde parecia não haver a menor condição para que existissem, tsunanes, furacões, degelo da calota polar, aumento do nível da água do mar entre outros efeitos perversos. Estamos, por certo, frente a um quadro muito semelhante ao das antigas profecias do fim do mundo. Só que agora não são os deuses mas a insensatez humana é que está conduzindo a ação.

Nós espíritas, entretanto, não devemos nos perturbar. Está claro para nós,como se pode ver no belo livro de Emmanuel A Caminho da Luz que existe um projeto divino que é criado por Deus e gerenciado pelo Cristo e seus colaboradores. Não podemos duvidar de que neste momento de crise, não estamos sós, não somos órfãos da Providência. E o que devemos fazer. Em primeiro lugar acelerar a nossa reforma íntima para que sejamos dignos da nova humanidade que surgirá e, em segundo lugar, nos informar sobre o que podemos fazer para minorar ou administrar as crises que acontecerão em nosso redor. Se fizermos isso, acredito, passaremos por esta ameaça verdadeira, de um modo a sofrer menos do que os incautos que não se importam com as coisas de Deus.

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