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Artigo do Jornal: Jornal Maio 2018
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O grande filósofo do Espiritismo, Léon Denis, escreveu em sua excelente obra "No Invisível", publicada pela Federação Espírita Brasileira, que recomendamos: "O homem que chora a perda de seres caros, de que a morte o separou, procura antes de tudo uma prova da sobrevivência na manifestação dessas almas diletas ao seu coração, e que para ele também se sentem atraídas pelo amor. Uma palavra afetuosa, uma prova moral, delas provenientes, farão muito mais para convencer que todos os fenômenos materiais".

 E durante muito tempo, "para a maioria dos homens, continua Léon Denis, a crença na vida futura não havia sido mais que vaga hipótese, fé oscilante a todos os embates da crítica. As almas, depois de separadas dos corpos, eram apenas a seus olhos entidades mal definidas, enclausuradas em lugares circunscritos, inativas, sem objetivo, sem relações possíveis com a Humanidade".

         "Hoje sabemos, prossegue o filósofo, de ciência certa, que os Espíritos dos mortos nos rodeiam e se imiscuem em nossa vida. Aparecem-nos como verdadeiros seres humanos, providos de corpos sutis, tendo conservado todos os sentimentos da Terra suscetíveis, porém, de elevação, tomando parte, em aumentativo grau, na obra e no progresso universais e possuindo energias consideravelmente superiores às de que dispunham em sua condição antiga de existência".

         E foi essa realidade que o médium Júlio Carvalho (Pratinha-MG) propiciou a familiares, parentes e amigos, que emocionados receberam cartas consoladoras de almas diletas aos seus corações, no sábado e domingo, dias 7 e 8 de abril de 2018, no Clube Vila da Feira e Terras de Santa Maria (Rua Haddock Lobo, 195 - Tijuca), em evento promovido pelo Instituto do Amor, obra social dirigida pelo próprio médium, em Pratinha-MG. Coube ao cantor Helio Azaro, a ambientação musical. Muitas emoções para um público em torno de 500 pessoas nos dois dias de psicografias.

         Júlio Rodrigo de Carvalho, nasceu na cidade de Araxá, Estado de Minas Gerais, em 17 de abril de 1984. Filho de Pedro Lourenço de Carvalho e de Eni Lemos de Carvalho. É o caçula de uma família de 4 irmãos. Seus familiares não conheciam nem tampouco entendiam os fenômenos que o acometiam, desde dos 4 anos de idade, quando dizia ver "pessoas" dentro de casa, da cintura para cima, descrevendo-as com detalhes.

         Em 2010, Júlio foi orientado por "Frederico", seu mentor espiritual, a tornar-se itinerante e levar a mensagem de solidariedade e as cartas consoladoras a outras regiões. O INSTITUTO DO AMOR, idealizado em 2003, foi concretizado com a aquisição de um imóvel no ano de 2014, uma área de 5 hectares entre as cidades de Ibiá e Pratinha, pago através de doações e venda de potes de doces produzidos voluntariamente pelo grupo de apoio, chamados carinhosamente de "docinhos de luz".

         Uma mensagem que muito emocionou a todos foi a de Thais Reis, para sua mãe Ângela Reis, onde falou entre outras coisas: "Mãe é um desafio muito grande falar de tudo com toda a clareza. São tantas dúvidas, tantas feridas, tantas coisas que estão no meio do caminho causando dor. O que te peço é que sempre se agarre, seja umas pelas outras, sem diferenças. Mães entendem mães. E naquela festa tudo o que houve, tudo que está havendo até aqui... Suas lágrimas, elas me tocam...Eu não queria te dar esta dor, mas você é minha loura poderosa, minha mãe guerreira..." 

Muitas emoções e lágrimas...

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