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Sobre o autor

Dirceu Machado

Dirceu Machado

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Richard Hodgson, Bsc. Msc. PhD, poeta, filósofo, parapsicólogo, professor, pesquisador da SPR e da ASPR nasceu em 24 de setembro de 1855 na cidade de Melbourne, Austrália, e desencarnou em 20 de dezembro de 1905. Durante anos pesquisou a possibilidade da vida após a morte do corpo físico e pouco antes de falecer declarou: “Eu tinha um objetivo, que era descobrir uma fraude ou um truque que a desmascarasse. Hoje, estou preparado para dizer que acredito na possibilidade de receber mensagens do que se chama o mundo dos espíritos. Eu comecei profundamente materialista, não acreditando na continuação da vida após a morte; hoje, eu digo: Eu acredito. A verdade me foi dada de tal forma que retirou de mim qualquer possibilidade de dúvida”. Esta informação está descrita na primeira parte deste artigo, publicado no Correio Espírita de fevereiro/2016.

PRIMEIRA COMUNICAÇÃO

Oito dias após o desenlace de Hodgson, a Srta. Theodate Pope, que sabia que Hodgson consultava o espírito guia da médium Leonor Piper chamado Rector, estava ela própria em uma sessão mediúnica quando a mão de Piper começou a tremer impulsivamente e grafou a letra H. A ponta do lápis quebrou e foi-lhe dado outro lápis e Piper escreveu “Hodgson”. Escreveu mais alguma coisa e o espírito Rector, pela psicofonia, informou que Hodgson estava lá, mas ainda estava muito perturbado e não estava em condições de se manifestar.

HODGSON E MRS. WILLIAM JAMES

“- Oh! Aqui estão Mrs. James e Billy! Deus os abençoe! Bem, bem, isto é bom! Eu encontrei meu caminho, eu estou aqui, tenham paciência comigo... onde está William? Eu não estou forte o suficiente, então tenham paciência comigo. Hodgson continuou a falar e informou que ele esteve com Frederic Myers (um dos pioneiros pesquisadores que faleceu em 1901) e queria que Oliver Lodge (outro pesquisador, ainda vivo àquela época) tomasse conhecimento de todas essas coisas.

HODGSON E WILLIAM JAMES JR.

Ele perguntou a James Jr. sobre suas atividades de natação e pesca, atividades que eles costumavam praticar juntos. Também solicitou a James Jr se poderia dar algumas instruções a Geoge Dorr que era que estava responsável por alguns documentos particulares. Houve, ainda, muitas outras evidências que confirmaram que realmente era Hodgson quem estava se comunicando.

Outro fato interessante ocorreu quando um amigo de Hodgson participou de uma reunião mediúnica com Piper e Hodgson, pela psicofonia, agradeceu ao amigo, por ter contribuído com a SPR com a quantia equivalente ao seu salário. Este fato era completamente desconhecido por Hodgson enquanto vivo.

Durante sete ou oito meses que se seguiram a estes fatos, muitas pessoas que haviam conhecido Hodgson participaram de reuniões onde ele as reconhecia e trocavam ideias sobre assuntos de interesse mútuo.

HODGSON E WILLIAM NEWBOLD

Em 23 de julho de 1906, numa reunião em que participava o Prof. William Newbold, Hodgson disse: “Eu ainda não estou completamente consciente, mas sinto que algumas ideias minhas são, às vezes, um pouco misturadas pela médium. Eu, agora, entendo muito mais de como funciona o processo de comunicação do que quando estava em seu mundo.

HODGSON E JAMES HYSLOP

Quando Dr. James Hyslop, outro célebre pesquisador psíquico daquela época reuniu-se com a médium Piper, Hodgson perguntou se ele se lembrava de uma conversa que tiveram sobre se ele falecesse primeiro e estivesse hábil a se comunicar, ele o faria com o entusiasmo de um pregador sulista. Hyslop não se lembrava, então Hodgson disse que tinha sido com William James. Mais tarde Hyslop procurou James sobre o assunto e ele confirmou a conversa.

HODGSON E WILLIAM JAMES

William James, o grande filósofo e pesquisador, movido pela curiosidade também participou de uma sessão com a médium Leonor Piper. Hodgson lhe dirigiu um bilhete de saudação. Quando William James caçoou da letra de Hodgson nas comunicações escritas dizendo que estava ficando pior do que em vida, ele respondeu lembrando que em Londres, James já havia reclamado dele por causa da letra e havia pedido sua filha, Margareth, para ler. James não se recordava, mas sua filha disse que se lembrava perfeitamente.

Hodgson é um dos poucos casos de cientistas que voltaram e mantiveram conversações com outros cientistas conhecidos e foram reconhecidos por eles provando que a morte não existe.

Richard Hodgson, Bsc. Msc. PhD, poeta, filósofo, parapsicólogo, professor, pesquisador da SPR e da ASPR é mais um exemplo de que ciência e espiritualidade podem caminhar juntas.

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