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Artigo do Jornal: Jornal Novembro 2015

Sobre o autor

Jorge Andréa

Jorge Andréa

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A vida planetária vai nos impulsionando e mostrando uma ordem bem elaborada correspondendo a uma finalidade que, nos dias atuais apesar das técnicas existentes, nos escapa inteiramente uma adequada explicação.

A partir do reino mineral até o hominal, é de tal complexidade os ordenados aspectos morfológicos, que não podemos deixar de atribuir, tais manifestações, como conseqüências de leis responsáveis por tais eventos.

São expressivas, no reino mineral as forças da atração e coesão das moléculas, a organizarem os diversos e bem ordenados sistemas cristalográficos, traduzindo orientação e equilíbrio na formação desse reino.

No reino vegetal as manifestações se mostram mais avançadas, onde a fotossíntese representa expressiva aquisição. Neste reino, a molécula orgânica afirma-se propiciando elementos construtivos da escola evolutiva dos seres.

No reino animal as elaborações são bastante complexas. Além dos impulsos que lhe são próprios, consigo carrega as heranças dos reinos menores que o seu. Na fase animal, com as condições do próprio sustento relacionando ao meio onde militam, existem as novas condições equacionadas nos equilibradores orgânicos.

Neste reino podemos registrar que os campos organizadores (princípio inteligente), pertencentes a uma “massa diretora” (alma grupo) própria a cada espécie, nos animais de constituição mais complexa haveria uma dispersão da “massa-energética”, a fim de que as “sementes” de seu conteúdo (individualidades espirituais em formação) fossem ocupando as organizações físicas; isto é, cada ser com o seu próprio princípio inteligente.

Esta condição poderá ser observada a partir dos répteis, portadores de uma organização física mais avançada e já possuidores, na massa cerebral, de uma glândula específica (glândula pineal), embora em fase inicial, com o nome de olho pineal.

Diz-nos André Luiz (Espírito) que nesses animais podemos considerar o início do processo de individualização espiritual (princípio-inteligente em elaboração), isto é, já existiria o princípio inteligente independente a comandar o processamento da vida física, com mais expressividade pelo auxílio do olho pineal.

O homem é recente no Planeta (1 milhão e 600 mil anos). O homem autóctone, aquele que foi o resultado do aperfeiçoamento dos primatas, deveria ter passado um bom tempo até alcançar o chamado período paleolítico ou da pedra lascada, cuja máxima aquisição foi o fogo. Sua palavra era ainda rudimentar, cujo pensamento se foi transformando lentamente, do fragmentário da fase animal ao contínuo do reino hominal, onde múltiplos fatores se encontram coligados.

No período neolítico ou da pedra polida, cujas acentuações vocais, auxiliadas, possivelmente pela música, já formavam palavras, embora reduzidas e muito pobres. Essas novas condições de comunicação propiciavam a formação de grupos humanos, cada vez mais destacados, contribuindo na criação, embora lenta, da agricultura e conseqüente fixação no solo.

Com séculos e séculos, aparecem as línguas chamadas analíticas, cujas palavras definem idéias, como também, os ideogramas que alcançaram posições interessantes na civilização egípcia, chinesa e no antigo Japão.

Pela imposição evolutiva, o ser humano vai avançando, sempre adquirindo novas funções psicológicas, em que podemos salientar os fatores que definem o processo analítico e o sintético, a se mostrarem amiúde, no quotidiano humano da caixa cerebral.

É verdade que o setor cerebral não é o criador dos fenômenos, mas a zona que expressa, a seu modo e possibilidade, as funções mais específicas da zona perispiritual que, por sua vez, é a tradutora e divulgadora das energias espirituais de profundidade.

Assim, pela nossa cerebração, podemos compreender uma vasta fenomenologia percebida pelos processos analíticos, além de outros tantos mais avançados, pelos mecanismos sintético-intuitivos e, o que é mais interessante, o conhecimento e o estudo que hoje possuímos sobre a fenomenologia paranormal.

A evolução da ciência, nos possibilitou compreendermos as condições de análise e síntese que o nosso cérebro expressa. Os fenômenos analíticos estariam, nas manipulações psicológicas, a expensas do hemisfério cerebral esquerdo, cabendo ao direito as expressões de conjunto e totalidade, tal acontece com a intuição em seus diversos estados criativos. Também, será fácil de compreender que os mecanismos ligados, ora na análise, ora na síntese, encontram-se imbricados, ficando difícil demarcá-los, entretanto, quando existe predominância de uma dessas vertentes, a possibilidade de avaliação será de mais fácil compreensão.

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