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Artigo do Jornal: Jornal Abril 2016

Sobre o autor

Jorge Andréa

Jorge Andréa

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A física, após a descoberta das partículas atômicas constitutivas da matéria, propiciou o conhecimento de como elas comportam-se, em reuniões duradouras, à custa de outras partículas conhecidas como de relacionamento. Ainda mais, os pesquisadores continuam procurando a menor constituição da matéria. Ao lado disso, teorias foram criadas a fim de explicar um modelo de unificação das quatro forças da natureza (gravidade, eletromagnetismo, a nuclear fraca e a nuclear forte).

A gravidade pode ser explicada pela relatividade geral, e as demais pela Física quântica (Física dos eventos no infinitamente pequeno) com as supercordas e as branas, elementos que se expressam em outras dimensões.

Nas estruturas mais aprimoradas da matéria, ficamos atônitos por não compreendermos ainda determinadas complexidades. O maior e mais expressivo exemplo seria a cerebração humana, resultado do aperfeiçoamento evolutivo que se perde nos tempos imemoriais.

Sobre o cérebro, apesar de conhecermos grande parte das suas regiões anatômicas, desconhecemos a intimidade de funcionamento na sua quase totalidade. Muitos segredos contidos na caixa craniana humana ainda aguardam decifrações.

A localização das funções orgânicas nos tecidos cerebrais, os centros nervosos, apesar de demarcados e estáveis, ampliam-se quando existem certos traumatismos e rupturas em seus territórios, mostrando a existência de um constante impulso dinâmico, tentando equilíbrio no suprimento da vida. Com isso, queremos dizer quem em muitos casos de traumatismos, não haveria propriamente substituições de centros nervosos específicos, porém aligeiradas percepções compensadoras, numa tentativa de ajustes. É como se houvesse ativações em determinadas zonas afinizadas com as funções que sofreram lesões, tentando minimizar a carência existente de outro território. Com isso, as mapeações cerebrais bem conduzidas pelas modernas pesquisas têm revelado capacidade de ampliações, desenvolvimento e tentativas de substituições funcionais em casos traumáticos de variadas naturezas. Assim, afirmam os cientistas que, em determinados casos, as células nervosas envolvem-se num “ponto dinâmico”, formando um “conjunto de células ressonantes”. Tais condições traduzem a existência de um campo incentivador, que poderá ser explicado pela atuação de suplência perispiritual.

A máquina da vida, por tais mecanismos, estará sempre em constante renovação até a fase catabólica, quando a zona espiritual, com suas energias, demarca os limites de sustentação da organização física. Nossas células, não só da pele, mas de todos os órgãos, com variações de tempo, encontram-se em constante renovação. Anualmente, quase a totalidade de nossas unidades atômicas é inteiramente renovada. Tudo, em obediência à atuação dos campos espirituais com seus desconhecidos “automatismos”. Apesar de alguns cientistas considerarem que os valores metabólicos de renovação dos seres seriam consequência de auto processo de perturbação pela atividade do bioquimismo sustentando-se a si próprio. Neste contexto, existiria um acaso biológico, o que não deve acontecer, embora a origem e fixação da vida, no pensamento de alguns grupos de pesquisadores, seria o resultado de simbiose, mutações aleatórias e troca de genes.

Devemos considerar a organização da vida como um todo, em que o espiritual, com suas variadas e quintensenciadas dimensões, passaria a sofrer um processo de densificação, à medida que se aproxima da zona física, a fim de tornar-se adaptável ao campo material. Por esta maneira, as energias mais condensadas da zona perispiritual mostram-se mais afinizadas com o campo físico e como que se perdendo na intimidade das suas estruturas atômicas.

Desse modo, os componentes químicos organizados da dimensão física ou material, constitutivos dos seres vivos, praticamente encontram-se enredados e sob o comando dos campos energéticos do Espírito.

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