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Artigo do Jornal: Jornal Junho 2014

Sobre o autor

Saulo de Tarso

Saulo de Tarso

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Recentemente o Exmo. Juiz da 17ª Vara de Fazenda Federal do Rio de Janeiro, Eugênio Rosa de Araújo, reviu os fundamentos da sentença em que havia declarado que candomblé e umbanda não se tratam de religiões e sim de cultos. A mudança de postura foi anunciada no início da noite do dia 20 de maio de 2014, em nota divulgada pela assessoria de imprensa da Justiça Federal do Rio de Janeiro.

No texto em que admite o erro e modifica parte do conteúdo da sentença, ele afirma que “o forte apoio dado pela mídia e pela sociedade civil, demonstra, por si só, e de forma inquestionável, a crença no culto de tais religiões”.

       Notadamente se não fosse as pressões da mídia estariam fora do contexto de corpo religioso a umbanda e o candomblé de origem de cultos afros.

       Na contramão dos equívocos se encontram crimes hediondos como o aborto e a pena de morte. Chegará o dia em que a humanidade poderá dizer que o crime era legalizado nas barbas da lei, assim como analisamos as questões das guerras bárbaras, das atrocidades no Coliseu de Roma, onde imperadores e imperatrizes assistiam e ouviam ovacionados gritos de uma plateia aplaudindo o horror.

       A doutrina espírita nos possibilita o alargamento de nossa visão além das fronteiras do corpo perecível, mostrando o quanto evoluímos e o quanto ainda temos que evoluir. Feliz é aquele que se esforça para domar as suas paixões inferiores, que  procura compreender com razão os fatos e os acontecimentos no mundo em que vivemos. No dizer de André Luiz “Vencedor é o que vence a si mesmo”.

       Muita Paz!

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