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Artigo do Jornal: Jornal Janeiro 2018

Sobre o autor

Saulo de Tarso

Saulo de Tarso

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Após a passagem do Natal, as expectativas agora são para a chegada de 2018, momento em que a sociedade se envolve com os preparativos e até preocupações por causa das quais muitas pessoas deixam se levar por simpatias e promessas com a chegada do Ano Novo. Até de forma engraçada, mas respeitosa, muitas vezes exageram na vaidade, ao escolher nos detalhes o que vão vestir, como as roupas brancas. Outras somente usam roupas novas, enquanto há aquelas que se preocupam em ter no momento da passagem do ano sementes de romã na carteira, ou que afirmam que comer carne de aves é andar para trás, além de tantas outras inquietações que, sinceramente, vão gerar mais estresse.

Todavia, não é a cor da roupa ou o uso das sementes, dentre outras crenças, que vão alterar sua maneira de viver, tampouco trazer riqueza, saúde ou apresentar soluções para os problemas. Os nossos anseios, as nossas conquistas materiais ou espirituais não surgem somente com a passagem do ano, mediante as nossas promessas e simpatias. Elas aparecem ano após ano, buscando sempre no trabalho nosso aperfeiçoamento, a reforma íntima, que nada mais é que a busca da nossa evolução espiritual, do nosso conhecimento, renovando e adquirindo virtudes de bondade, simpatia, caridade em troca dos defeitos e imperfeições como o orgulho, a vaidade e, sobretudo, a ignorância, que nos prendem aos valores mundanos de uma sociedade excessivamente materialista, refém de suas próprias idiossincrasias.

Feliz Ano Novo! Menos exagero, mais meditação e agradecimento a Deus!

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