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AVISO

Prezados amigos e leitores!

Em virtude da pandemia do Coronavírus (COVID-19), que nos impossibilitou das postagens dos jornais aos nossos assinantes, bem como de venda nas bancas e em pontos conveniados; estamos disponibilizando livre acesso, inclusive para downloads para todos os internautas a edição nº 179 mês de maio/20.

Desejamos uma ótima leitura.

Fraternalmente,

Redação Correio Espírita

AVISO 2

Prezados amigos,

Em atendimento às recomendações da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, a redação do Jornal Correio Espírita adotará o isolamento domiciliar voluntário a partir do dia 23/03/2020, para ajudar no combate a disseminação do vírus COVID-19.

Tão logo retornemos, divulgaremos em nosso site e através de resposta automática em nossos e-mails.

Oramos a Deus, a Jesus e aos Benfeitores Espirituais para que tudo se restabeleça rapidamente. Enquanto isso, fazemos a nossa parte. Precisamos proteger nossos entes queridos, principalmente, os que estão incluídos nos grupos de risco.

Saúde e Paz a todos!

            Há um grande número de pessoas que passam a vida toda usando frases como: deixa para depois; amanhã eu faço; ano que vem eu começo; hoje eu não vou poder. Este tipo de gente realiza muito pouco, uma vez que, ao adiar as coisas que devem ser feitas, perdem grandes oportunidades. Em casos de saúde, ficar adiando a ida ao médico pode provocar o agravamento da doença que não adia o seu avanço no organismo.

      Conheço uma pessoa que juntou um dinheirinho na poupança para comprar uma casa. Um dia um seu amigo ligou para ela dizendo que sabia de uma mulher que estava vendendo a sua casa por um preço muito abaixo do mercado e em um excelente lugar. Por telefone passou o endereço da imobiliária encarregada da venda. Ela, entretanto, não foi até ao vendedor no mesmo dia em que recebeu a informação. Deixou para ligar dois dias depois, mas, quando ligou, a casa já havia sido vendida.

            Poder-se-ia argumentar que, no caso dos negócios, não se deve fazer as coisas de afogadilho uma vez que é necessário tomar algumas providências e ter cautela. Tomar providências, cercar-se de seguranças neste tipo de negócio já é entrar em ação, mas adiar é negar-se a agir. 

            Quais são as causas de se adiar alguma coisa? O maior motivo para uma pessoa adiar uma decisão é o medo, gerador da insegurança. A pessoa que adia a consulta médica, por exemplo, tem o medo de constatar a existência de uma doença grave, o que é uma atitude irracional porque quanto mais cedo uma doença foi conhecida mais rápida será a sua cura.

 Um namoro não mais se sustenta. Já não há mais amor nem respeito entre os namorados. De fato, só restaria a eles abrir a relação e ir cada um para o seu lado; entretanto, ao invés de pôr um fim ao relacionamento logo vão adiando, adiando, adiando e acabam por se casar. Este casamento por certo não terá a menor estabilidade e estará fadado a terminar logo. Por que esse casamento foi adiado tantas vezes? Certamente porque um deles ou ambos tinham medo do que poderia acontecer caso houvesse a ruptura.

Para vencer o medo é necessário avaliar a quantidade de dor envolvida no processo. Será que se rompendo uma relação logo não terá menor quantidade de dor do que rompê-la mais à frente quando o envolvimento pode ter aumentado? Por certo que sim, pois romper um namoro é muito mais fácil do que um casamento.

Uma outra causa de adiar atitudes e decisões é o aborrecimento, mesmo sofrimento, que a realização daquilo pode me trazer. O Exemplo mais patente do que estamos tratando é o da entrega do Imposto de Renda. Talvez, por esta razão, as pessoas deixem sempre para a última hora o ajuste de contas com o fisco.

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