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Artigo do Jornal: Jornal Janeiro 2019

Sobre o autor

Marcus de Mario

Marcus de Mario

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Escrevo para você que teve o casamento desfeito, ou tenha perdido o emprego, ou esteja com problemas de saúde, ou se veja às voltas com a morte de alguém muito querido, enfim, escrevo para você que está passando por uma fase existencial muito ruim, trazendo decepções, dores, sofrimentos. Escrevo para você que está desesperançado, vendo as horas passarem, chorando por qualquer motivo, em qualquer lugar, que não está mais conseguindo levar a vida como antes, como se um peso enorme, um vazio, tomasse conta de todo o seu ser.

É na hora da amargura, da aflição, quando somos chamados a dar o testemunho de nossa fé na vida, de nossa confiança em Deus, é nessa hora que devemos reunir todas as forças e acionar o querer, para que possamos receber o auxílio daquele que nunca nos abandona e tem a missão de nos ajudar em todas as circunstâncias. É o nosso Anjo da Guarda, espírito superior que muito nos ama e que cumpre os desígnios divinos de bondade e misericórdia. E não há ninguém que não tenha seu Anjo da Guarda, que não tenha um espírito protetor.

Se estamos com dificuldade para sustentar a fé, para acionar a força de vontade, apelemos para ele, através de uma oração sincera e fervorosa, e nos atenderá, pois essa é sua missão. E o Anjo da Guarda nos falará no recôndito da alma, alicerçando nossa coragem, sustentando nossa fé para que, com o tempo, tudo passe, e saiamos da crise existencial mais fortalecidos moralmente e espiritualmente.

Lembre-se de que nada acontece por acaso, tudo tem sua razão de ser e nunca somos abandonados. Entretanto, não basta solicitar o socorro de Deus, de Jesus, do Anjo da Guarda, sem fazer a nossa parte, acionando as próprias forças para seguir em frente, tudo transformando em útil aprendizado.

Saibamos utilizar o tempo com proveito, semeando o bem e praticando a caridade, mesmo entre lágrimas e dores, pois a vida é feita de ações no dia a dia, e só não enxerga o sol do novo dia quem turva o olhar com o cultivo do sofrimento. Mesmo que o chão pareça ter desaparecido, mesmo que novas perspectivas pareçam não existir, mesmo assim, sigamos adiante!

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