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Terceira causa de morte entre jovens no Brasil, a vontade de atentar contra a própria vida pode ser combatida nas escolas.

Qual a razão de sentir a vontade irresistível de morrer na flor da idade? É o que tentam descobrir os psicólogos. Mas, a prevenção pode começar de maneira muito simples, nas escolas, com conscientização, tocando no assunto, mexendo na ferida.

O suicídio hoje no Brasil só perde para as drogas e os acidentes de trânsito. Quando o assunto são mortes prematuras, inúmeros casos circulam no país e apesar de não serem largamente noticiados causam comoção e choque entre as pessoas mais próximas ao evento.

Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 2 mil pessoas, entre 15 e 29 anos tiraram a própria vida em 2009. Número preocupante que deu início a uma campanha de prevenção, que declarou 10 de setembro como “O Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio”.

Como a maior parte é de jovens, para os psicólogos, o assunto não deve ser ignorado nas escolas, deve ser tratado, conversado com os estudantes. Assim, eles também podem falar sobre o assunto, sobretudo, se houve algum caso no ambiente escolar recentemente. Somente desta maneira é possível prevenir.

Pensamentos negativos, afastamento dos amigos, baixo rendimento escolar e tristeza aparente podem ser sinais de risco, dizem os especialistas. A escola tem o papel fundamental na detecção desses sinais. O assunto suicídio não precisa ser diretamente levantado, mas espaços e arenas para que os jovens expressem seus sentimentos podem ser criados. Pois, segundos os psicólogos, são nesses momentos que os jovens deixam escapar os fatores de risco.

E o que fazer? Existem programas do governo especializados na prevenção do suicídio e até manuais de prevenção, que apontam os principais problemas, como detectá-los e evitá-los. Além de órgãos não-governamentais nacionais como o Centro de Valorização da Vida (CVV), que dá apoio emocional, feito por uma equipe capacitada pela organização.

O Espiritismo sempre se dedicou ao tema, que é tratado amplamente em O Livro dos Espíritos e nas obras complementares, como em Memórias de um suicida, livro psicografado por Yvonne Pereira. Ação que retarda a evolução do espírito, o ato de interromper a própria vida pode trazer consequências difíceis de serem tratadas e muito sofrimento para o espírito, que ao cometer este ato de desequilíbrio logo se depara com a constatação da vida, que é eterna.

Fonte: Portal Terra

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