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Artigo do Jornal: Jornal Marco 2019
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Nós, humanos, gostamos de viver em grupos. Pertencer a um deles nos ajuda na adaptação à vida e ao novo. Contudo, surgem muitos desafios e o principal deles é descobrir como ser um bom membro do grupo. Segundo estudos da Psicologia Social, pertencer a um grupo impõe desafios e propostas de como combater e vencer outros grupos, pois a prevalência do grupo significa segurança aos seus membros. Assim sendo a tendência é o fortalecimento das ideias e objetivos de cada agrupamento.

Em uma pesquisa onde cinco indivíduos foram convocados para avaliarem determinada situação, quatro deles pertenciam ao laboratório e um foi convidado. Posto para os cinco certa situação com fácil identificação da atitude correta o convidado a apontou. Contudo, os demais não optaram por ela e passaram a discutir o tema. E, mesmo o convidado estando certo na sua argumentação, acabou cedendo à argumentação errada dos demais, apenas para não destoar do grupo. Isto levou os pesquisadores a concluírem que, para não serem diferentes dos demais, pessoas aceitam atitudes incorretas, em busca de posições confortáveis dentro do grupo mesmo que as ideias estejam incorretas à luz da razão.

Muitas vezes o jovem que pertenceu às Escolas de Evangelização na infância e Mocidade, ao chegarem nas faculdades costumam ceder aos imperativos grupais, temendo serem deixados de lado ou tidos como o “patinho feio”. Desta forma pode ser que aceitem utilizar drogas lícitas ou não, sexo sem responsabilidade, idéias controvérsias, debates estéreis etc. objetivando falar a mesma língua e realizar os mesmos atos dos seus colegas.

A própria Psicologia Social propõe-nos um antídoto contra esse mal. Trata-se do Pensamento Consciente. Informa-nos que o processamento inconsciente influencia no comportamento. Francis Galton, antropólogo inglês do Séc. XIX, foi o primeiro a propor a noção de que a atividade mental abaixo do nível de consciência pode influenciar o comportamento, assunto também estudado por Freud. Daí que surge a proposta do pensamento científico, ou seja: analisar tudo para ver o que de fato agrega valores à vida e à reencarnação. Não se pode perder de vista, em todos os momentos, os projetos reencarnatórios. No plano físico, apesar de todos os seus avanços científicos e tecnológicos, sabemos que o Evangelho de Jesus está longe de ser uma hegemonia social. Porém, é o momento ideal para uma mudança. Os jovens devem participar deste avanço espiritual. “Cumpriu-se o tempo. O Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos. Crede no Evangelho”. Disse Jesus. Mc 1:15. Assim, não há mais tempo para experimentos funestos.

Não foi por acaso que renasceram em lares que os conduziram aos estudos cristãos desde o início, ainda crianças, avançando na adolescência. Os grupos necessitam ser analisados antes de se fazer parte atuante neles. O Espírito frágil se deixa levar, como visto na experiência acima relatada, enquanto o Espírito forte estabelece para si os padrões que todos necessitamos para vivermos este tempo aqui como encarnados, de forma equilibrada e produtiva. A fase jovem passa depressa e logo vem a madureza e inserção no mercado de trabalho para que o Espírito possa realizar as propostas aceitas antes e programadas por sábios mentores com a anuência e aceitação do reencarnante, visando seus avanços espirituais.

Estudos e pesquisas recentes apontam para a busca da religiosidade, ou seja, a apropriação consciente do cristo interno de cada um. Ao longo da nossa evolução, desenvolvemos virtudes e valores que agora nos podem nortear para o bom combate, aquele que nos faz trabalhadores de Jesus, onde quer que estejamos e na faixa etária que estivermos. É
bom fazer parte dos grupos que trabalham para o bem e para os avanços morais e espirituais do planeta. Um bom caminho. Uma boa escolha.

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