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Espírita muito operoso, era médium psicográfico semi-mecânico de apuradíssima faculdade. Militou no Rio de Janeiro, colaborando particularmente na Federação Espírita Brasileira (FEB) onde, durante 16 anos, fez parte de diretoria no cargo de 1º secretário. Exemplar no exato desempenho de suas funções, era o irmão, o amigo, o obreiro incansável.

Zeloso e vigilante na pureza doutrinária, era eficiente e cuidadoso, quer no atendimento de passes, quer na missão de médium curador ou no receituário mediúnico, ao qual sempre se entregou, abnegado, solícito e bondoso, fiel às mais espinhosas obrigações que a caridade determina.

Vítima de paralisia, que o prendeu ao leito por quase dois anos, desencarnou no dia 30 de junho de 1923, em idade avançada, mas permanece, ainda hoje, no plano espiritual, atuando no movimento doutrinário, ditando páginas de instrução e alertamento, nas quais se lhe percebe a fidelidade aos preceitos evangélicos, a submissão humilde aos desígnios providenciais, bem como o culto da caridade que lhe norteou a existência.

(extraído do livro "Jornada de Amor")
Caso você tenha uma foto de Albino Teixeira, por favor, encaminhe-a para nós.

Mentor Espiritual
Em sua última encarnação foi militar, excelente médium, sempre muito atuante e respeitado na Federação Espírita Brasileira. Incansável trabalhador, muito fez para o crescimento do espiritismo em nosso país. Antes de seu desencarne ficou preso a uma cadeira de rodas, pois ficou hemiplégico em decorrência de uma enfermidade circulatória. Seu preparo e conhecimento espiritual eram tão grandes que, um dia após o seu desencarne, mandou mensagem do mundo espiritual, contando em detalhes sua recepção no outro lado da vida.

Em mensagem recebida no Departamento de Orientação Espiritual do Grupo de Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, no ano de 1980, o espírito iluminado de Scheilla disse que Albino Teixeira em outras encarnações fora médico, enfermeiro e alfaiate, tendo uma encarnação maravilhosa na cidade de Sacramento em Minas Gerais. Atualmente se encontra numa situação de muita luz no plano espiritual, de onde tem sempre enviado lindas páginas de alerta e incentivo para todos nós por meio do médium Chico Xavier e de outros renomados médiuns brasileiros.

Cícero Pereira
"O Professor Cícero Pereira viveu como um paladino do evangelho e morreu na humildade... "
Chapéu de feltro, surrado, roupa escura, estatura mais para baixa do que mediana, de óculos, mediativo, bondade sem fim. Morreu lutando como um lutador. Seu pensamento era sempre evangélico, suas páginas publicadas nos últimos anos em "O Poder" eram lidas com carinho e interesse por todos...

Cícero Pereira, que fora educador emérito, era portador de tanta humildade que não se julgava digno de andar em qualquer condução. Nem de bonde. Sempre a pé. Atravessava a cidade com seu inconfundível guarda-chuva, gastando a sola dos sapatos. Morava longe, no Bonfim, perto do cemitério..." (Trecho retirado do livro psicografado por Francisco Cândido Xavier, páginas 34 e 35).

Foi numa manhã clara de verão que o menino Cícero Pereira viu a luz no dia 14 de novembro de 1881, no distrito de Grão Mogol, Zona de Diamantina, bem no coração de Minas Gerais. O seu regresso ao plano espiritual ocorreu a 4 de novembro de 1948, em Belo Horizonte, no mesmo estado, aos 67 anos de idade.

Fez os seus primeiros estudos em sua cidade natal. Aos 13 anos transferiu-se para Montes Claros a fim de melhor aproveitar os seus dotes intelectuais. Ainda imberbe fez um concurso para o magistério, ingressando na escola normal, onde recebeu o seu diploma e foi premiado no mesmo estabelecimento para uma cadeira, no mesmo, onde lecionou por muitos anos.

Professor Cícero Pereira penetrou nos fundamentos da doutrina espírita pelas mãos de Antônio Loureiro, que o conduziu ao conhecimento das obras básicas. Inicialmente, com o seu espírito de liderança, teve a mais decidida luta religiosa, originada pela diocese de Diamantina contra o espiritismo em toda aquela região.

Em 1900 foi removido para sua cidade natal. Com a sua alma povoada dos mais puros ideais de fraternidade, conseguiu em pouco tempo reunir um grande número de adeptos do espiritismo, fundando naquela cidade o primeiro centro espírita. Durante 11 anos suportou, com estoísmo, rosários de injúrias e perseguições, porém, a sua conduta cristã foi o salvo-conduto para continuar, inclusive trazer para as fileiras da doutrina grande número de ex-adversários.

Em 1927, transferido para Belo Horizonte, passou a colaborar na União Espírita Mineira, especialmente no jornal "O Espírita Mineiro", dando-lhes novas dimensões. Cultor do esperanto, divulgou muito a língua internacional criada por Lázaro Zamenhof. Substituiu Antônio Lima na presidência da UEM, de 1937 a 1940, e desta data até 1948 exerceu a vice-presidência com grandes atividades nos departamentos doutrinário e assistencial.

Professor Cícero Pereira foi um dos fundadores do "Abrigo Jesus", de amparo à criança órfã e da "Casa Transitória", destinada a socorrer em caráter temporário criaturas desajustadas. Sua vida foi exemplo de amor e dedicação à causa espírita, com Jesus e Kardec, por um mundo melhor.

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